RESERVA FEDERAL DE EEUU - Arquivo
MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos, Jerome Powell, disse na terça-feira perante o Comitê Bancário do Senado que o órgão que dirige vê a economia da maior potência mundial avançando em um bom ritmo, por isso não tem pressa em cortar as taxas de juros.
"Dado que nossa política monetária é agora muito menos restritiva do que antes e que a economia continua forte, não temos motivos para nos apressar em torná-la mais rígida", disse Powell.
O "guardião do dólar" indicou que o corte prematuro da taxa referencial poderia prejudicar os ganhos da inflação. Por outro lado, fazer isso tardiamente poderia pesar "indevidamente" sobre o crescimento econômico ou o emprego.
Por outro lado, Powell lembrou que analisará os dados que estão chegando, as perspectivas futuras e o equilíbrio de riscos entre emprego e inflação ao modificar o preço do dinheiro.
Nesse sentido, o presidente do Fed mencionou em seu discurso que a instituição emissora estará "atenta" aos riscos e "incertezas" para seu duplo mandato de estabilidade monetária e pleno emprego, o que poderia ser interpretado como uma referência velada ao efeito pró-inflacionário das tarifas aprovadas pelo segundo governo Trump.
Powell descreveu o estado atual do mercado de trabalho dos EUA como "sólido" e disse que ele está "em sua maior parte em equilíbrio" e não é uma "fonte importante de pressões inflacionárias". Posteriormente, embora a inflação tenha convergido para a meta de 2%, ela ainda permanece "um pouco elevada".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático