MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
O Partido Trabalhista do Reino Unido suspendeu onze de seus conselheiros em Manchester depois que conversas privadas em um grupo do WhatsApp, nas quais foram publicadas mensagens ofensivas, vieram à tona, um caso que já tirou o emprego de outros membros do Partido Trabalhista, como o secretário de Estado da Saúde, Andrew Gwynne.
"Como parte de nossa investigação sobre o grupo de WhatsApp, um grupo de conselheiros foi suspenso administrativamente do Partido Trabalhista", disse um porta-voz do Partido Trabalhista na terça-feira, que afirmou que o partido iniciou uma investigação assim que tomou conhecimento das informações sobre o suposto grupo, reveladas pelo Mail on Sunday e noticiadas pela BBC.
O grupo de WhatsApp dos acusados teria sido criado com o objetivo de organizar a campanha para as últimas eleições e incluía políticos de vários conselhos do condado de Greater Manchester, que inclui o distrito de mesmo nome, mas também outros como Tameside e Stockport, aos quais pertencem alguns dos envolvidos.
Já no fim de semana, surgiram relatos iniciais de comentários polêmicos de Qwynne que acabaram por lhe custar o cargo de Secretário de Estado da Saúde. Agora, nessa nova rodada de suspensões, sua esposa Allison, uma conselheira de Tameside, pode ter sido afetada.
A controvérsia aumentou a ponto de o Partido Trabalhista garantir que o primeiro-ministro Keir Starmer, membro do partido, "está determinado a manter altos padrões de conduta e a liderar um governo de pessoas prestativas e trabalhadoras", e assegurou que o primeiro-ministro "não hesitará em responder contra qualquer ministro que não atenda a esses padrões".
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