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Eles pedem que Kiev e a Europa participem de todas as negociações para encerrar o conflito.
MADRID, 12 fev. (EUROPA PRESS) -
França, Alemanha, Polônia, Itália, Espanha e Reino Unido, bem como a União Europeia como um todo, reafirmaram nesta quarta-feira seu apoio à Ucrânia e pediram que Kiev receba "garantias de segurança" para que o país possa alcançar uma paz "justa e duradoura".
"Estamos ansiosos para discutir o caminho a seguir junto com nossos aliados dos EUA. Nossos objetivos comuns devem ser colocar a Ucrânia em uma posição de força. A Ucrânia e a Europa devem estar envolvidas em qualquer negociação", enfatizaram em uma declaração conjunta.
Nesse sentido, eles reiteraram que apoiarão a Ucrânia até que "uma paz justa, abrangente e duradoura" seja alcançada, garantindo não apenas os interesses de Kiev, mas também os interesses de seus parceiros. Isso, segundo eles, seria "uma condição necessária para uma forte segurança transatlântica".
Além disso, o grupo de seis países europeus, incluindo o bloco da UE, se comprometeu a trabalhar para "fortalecer" a defesa coletiva. "A segurança do continente europeu é nossa responsabilidade comum", afirmaram.
Isso ocorre depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu colega russo, Vladimir Putin, mantiveram uma conversa telefônica na quarta-feira, na qual discutiram a guerra na Ucrânia e se comprometeram a iniciar negociações "imediatamente" para encerrar o conflito.
Putin apoiou a tese de Trump de que chegou o momento de a Rússia e os Estados Unidos deixarem de lado suas diferenças e "colaborarem". A libertação do professor norte-americano Marc Fogel - condenado em Moscou a 14 anos de prisão por tráfico de drogas - é um sinal dessas intenções e deve ser acompanhada pela libertação de um russo por Washington.
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