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MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -
Howard Lutnick, nomeado por Donald Trump para ser Secretário de Comércio, acredita que as novas regras europeias sobre sustentabilidade corporativa podem representar um ônus significativo para as empresas norte-americanas, às quais ele considerará a possibilidade de responder por meio das ferramentas comerciais disponíveis.
De acordo com as atas do comparecimento de Lutnick em 29 de janeiro, divulgadas pelo Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado dos EUA, o indicado de Trump admitiu, em resposta a perguntas de senadores republicanos, que a Diretiva de Due Diligence de Sustentabilidade Corporativa (CSDDD) da União Europeia "impõe um ônus significativo" às empresas dos EUA.
Questionado sobre sua posição em relação a isso e sobre a resposta que daria como Secretário de Comércio, caso sua indicação fosse confirmada, à implementação de qualquer legislação extraterritorial semelhante com implicações para as empresas dos EUA, Lutnick disse que usaria "todas as ferramentas comerciais disponíveis", conforme apropriado.
Nesse sentido, ele disse que responderia a quaisquer ações de governos estrangeiros, inclusive da UE, que prejudiquem a economia dos EUA e imponham encargos excessivos às empresas americanas.
Howard Lutnick, que atuou como CEO da empresa financeira Cantor Fitzgerald, foi indicado por Donald Trump para o cargo de Secretário de Comércio, embora a nomeação precise da aprovação do Senado.
O empresário foi um dos principais contribuintes da campanha de Trump e foi a favor do aumento das tarifas e do incentivo, entre outras questões, ao setor de criptomoedas nos Estados Unidos.
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