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MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descreveu nesta quarta-feira como "absurda" a ideia de que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) tenha acelerado a libertação de reféns sequestrados na Faixa de Gaza para consolidar o acordo de cessar-fogo alcançado entre as partes.
Ele acusou a mídia que noticiou essa questão de "ecoar a propaganda do Hamas" e disse que a alegação de que o progresso feito no início da próxima etapa do processo de libertação de reféns se deve às ações do Hamas é o "cúmulo do absurdo".
Suas observações foram feitas depois que vários relatos da mídia afirmaram que o Hamas havia acelerado a libertação de reféns para garantir a libertação de vários prisioneiros importantes para o grupo armado palestino antes do fracasso das negociações.
"Há duas semanas, o primeiro-ministro definiu o objetivo dessas libertações. O progresso foi alcançado graças à postura firme do primeiro-ministro e às ordens para aumentar o posicionamento das forças dentro e ao redor de Gaza, além do ultimato dado pelo presidente dos EUA, Donald Trump", disse o gabinete de Netanyahu em um comunicado.
"É importante lembrar que o Hamas declarou sua recusa em libertar nossos reféns, violando a estrutura acordada, e que foi a postura enérgica de Israel que fez com que o Hamas recuasse", disse.
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