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MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) -
Uma mulher e sua filha de dois anos morreram em consequência dos graves ferimentos sofridos na quinta-feira passada em um atropelamento e fuga de uma multidão no centro de Munique, atribuído pelas autoridades a um solicitante de asilo afegão que já confessou ter sido intencional.
A Polícia Criminal da Baviera relatou a morte de uma mulher de 37 anos e de sua filha, duas das 39 pessoas feridas por um afegão de 24 anos que bateu em uma manifestação organizada pelo Sindicato dos Serviços Unidos (Ver.di). O autor do crime, que foi preso, teria motivos islâmicos, segundo a televisão pública alemã ARD.
A porta-voz do Escritório Central de Combate ao Extremismo e Terrorismo do Ministério Público de Munique, Gabriele Tilmann, revelou que o agressor gritou "Allahu Akbar", "Alá é o maior", após o ataque e admitiu durante o interrogatório que foi um ataque intencional.
As conversas em aplicativos de mensagens instantâneas no telefone do detido já estão sendo investigadas. "Suspeitamos que o ato tenha motivação religiosa e seja um ataque à ordem democrática básica livre", disse o Ministério Público Federal Alemão em um comunicado na tarde de sexta-feira, afirmando que estava assumindo a investigação.
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