Publicado 17/02/2025 10:31

Meta e Apple veem os robôs humanoides como o futuro da inteligência artificial

Chatbots com IA meta geradora
META

MADRI 17 fev. (Portaltic/EP) -

A Meta vê os robôs humanoides como o futuro da inteligência artificial (IA), o que a levou a se reorganizar internamente para unir investimentos nas áreas de robôs e IA, uma linha de produtos também seguida pela Apple, e que levará ambas as empresas a um mercado no qual a Boston Dynamics e a Tesla já apresentaram avanços.

A Meta está reorganizando sua divisão de hardware Reality Labs, que atualmente se concentra em telas de realidade estendida e óculos de realidade aumentada, para desenvolver robôs para ajudar as pessoas.

Para seu desenvolvimento, a equipe responsável, liderada pelo ex-executivo-chefe da General Motors Co. Marc Whitten, já fez investimentos complementares nos departamentos Reality Labs e AI, conforme indicado pelo chefe de tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, em um comunicado enviado aos funcionários, ao qual a Bloomberg teve acesso.

Esses robôs teriam aparência humanoide e seriam o próximo passo no desenvolvimento da inteligência artificial. De acordo com uma fonte envolvida no projeto, a Meta usaria o software, os sensores e a computação já utilizados em seus dispositivos.

O objetivo é que, além de ter uma aparência humana, eles se comportem como humanos e sejam capazes de ajudar as pessoas em tarefas físicas, começando pelas tarefas domésticas, conforme fontes familiarizadas com esses planos compartilharam com o meio de comunicação mencionado acima.

Na mesma linha, os planos da Apple em termos de inteligência artificial estão avançando, como avança o jornalista da Bloomberg, Mark Gurman, a empresa de Cupertino já tem seus próprios projetos e está se movendo em direção a um robô humanoide que integraria estreitamente sua tecnologia e sua IA.

Embora em uma categoria diferente, a Apple revelou recentemente o ELEGNT, um protótipo de robô inteligente em forma de lâmpada, que integra recursos para interagir com os usuários por meio de movimentos expressivos, com a capacidade de realizar tarefas como tocar música e imagens e responder a perguntas. Esse robô faz parte de uma pesquisa para explorar a interação de objetos funcionais e expressivos com os seres humanos.

Outra empresa que está pensando em construir um robô humanoide é a OpenAI, que espera expandir sua tecnologia para além da tecnologia de Inteligência Artificial (IA) generativa. Isso a teria levado a investir em outras empresas que estão trabalhando em tais produtos, como a Figure e a 1X, juntamente com a empresa de "IA de uso geral" Physical Intelligence.

UM SETOR REPLETO DE GRANDES NOMES

O trabalho da Meta e da Apple não é o primeiro nessa área. A Boston Dynamics vem demonstrando seus avanços em mobilidade robótica há anos com o Atlas, cuja primeira versão era um "praticante" de parkour, ou seja, saltos, desvio de obstáculos e backflipping.

Sua segunda versão, com um design mais refinado, tem novas ferramentas de inteligência artificial e aprendizado de máquina e é voltada para a realização de "tarefas chatas, sujas e perigosas em aplicações reais".

A Tesla é outra empresa que entrou no setor de robôs humanoides nos últimos anos. Trata-se do Optimus, que se tornou mais móvel no pescoço e nas mãos e ganhou mais controle sobre seus movimentos ao longo de uma geração. Ele foi desenvolvido com o trabalho em mente, para realizar várias tarefas domésticas, como carregar caixas ou regar plantas.

Além desses nomes, há o Pepper, o robô humanoide da Softbank projetado para ajudar os clientes em shopping centers, centros de saúde e estações, caso precisem de informações ou tenham dúvidas sobre um serviço.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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