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MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
A cúpula sobre o futuro da Inteligência Artificial organizada em Paris foi concluída com uma mensagem comum de mais de 60 países e organizações supranacionais em favor de um ambiente tecnológico "aberto" e "inclusivo", em um apelo que conta com a China entre os signatários, mas no qual outras potências, como os Estados Unidos e o Reino Unido, estão notavelmente ausentes.
A cúpula reuniu representantes de mais de cem países - os EUA foram representados pelo vice-presidente JD Vance - no que o texto descreve como "uma grande mudança de paradigma", com o objetivo de promover o desenvolvimento da IA com base em uma abordagem "baseada em direitos humanos, antropocêntrica, ética, segura e confiável".
Um dos principais objetivos definidos no texto final, também assinado pela Espanha, é evitar a concentração de mercado nesse setor em desenvolvimento, bem como garantir que ele possa ser usado para promover ainda mais a criação de empregos e o "crescimento sustentável", tanto econômico quanto ambiental.
O fórum foi liderado pelo presidente da França, Emmanuel Macron, anfitrião de um evento que será transferido para a Índia na próxima edição, conforme anunciado pelo primeiro-ministro do país, Narendra Modi, em seu discurso para líderes políticos e empresariais.
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