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MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) -
O ex-ministro da Economia e atual governador de Buenos Aires, Axel Kicillof, apresentou um novo partido político peronista chamado Movimiento Derecho al Futuro (Movimento Direito ao Futuro) para disputar a liderança da oposição à ex-presidente Cristina Fernández de Kirchner.
O partido foi lançado no sábado com o apoio de vários líderes comunitários, sindicatos e legisladores. O slogan do lançamento foi "Abraçando o povo e acendendo a esperança", de acordo com a imprensa argentina.
"O peronismo enfrenta um desafio histórico: reconstruir-se para liderar uma alternativa ao experimento de ajuste e crueldade realizado pelo governo nacional de Javier Milei", afirma o partido em seu documento de anúncio.
É um governo que segue um modelo de "especulação financeira, concentração de riqueza e rendição a interesses estrangeiros". Diante disso, a Argentina "precisa reconstruir uma força social e política que defenda e represente o trabalho, a produção agrícola e industrial, os comerciantes, os profissionais, os estudantes, os artistas, os cientistas, os aposentados: que garanta o desenvolvimento econômico com justiça social".
Em termos concretos, "o peronismo tem a obrigação e o desafio de ser a força motriz dessa construção, recuperando sua essência como movimento popular, amplo, nacional e federal".
Ele menciona diretamente o Kicillof, que "se tornou o escudo e a rede que luta para proteger os direitos do povo de Buenos Aires diante de um Estado desertor". "Enquanto o governo nacional abandona suas responsabilidades, a província busca aliviar os danos sociais causados pela aposta no mercado desregulado como única resposta", reiterou.
A nova iniciativa é apoiada por líderes municipais como Fernando Espinosa (La Matanza), Julio Alak (La Plata), Jorge Ferraresi (Avellaneda) e Mario Secco (Ensenada), considerado um homem com laços estreitos com o ex-presidente. Ele também recebeu o apoio de sindicatos como a Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a Central de Trabajadores y Trabajadoras de la Argentina (CTA) e de deputados federais como Hugo Yasky, Daniel Gollán, Victoria Tolosa Paz e Santiago Cafiero.
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