OFICINA DEL PRIMER MINISTRO DE ISRAEL - Arquivo
MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) -
O tribunal distrital de Jerusalém concordou em adiar a audiência judicial de terça-feira contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que alegou "razões diplomáticas" em um pedido apresentado ao tribunal durante uma sessão fechada.
Netanyahu - que está testemunhando novamente hoje em outro caso de suborno contra ele - também citou questões de "segurança" como a razão para o adiamento da audiência de amanhã.
Sua defesa também aproveitou a oportunidade para solicitar que as audiências fossem reduzidas a apenas duas, dadas as "tensões" atualmente existentes no país, de acordo com informações publicadas no jornal 'The Times of Israel'.
No entanto, o tribunal pediu a seus advogados que apresentem opções adequadas para que Netanyahu e várias das testemunhas deponham em tempo hábil. A proposta deve ser apresentada até quinta-feira.
Netanyahu, a primeira pessoa na história a ser indiciada enquanto ocupava o cargo de primeiro-ministro de Israel, é acusado de receber suborno, fraude e quebra de confiança em três casos separados, após investigações conduzidas pelo então procurador-geral Avichai Mandelblit.
Em abril de 2021, a promotoria denunciou um "caso grave de corrupção do regime" na primeira sessão da fase de provas do processo de corrupção contra Netanyahu, que rejeitou as acusações e falou de uma "caça às bruxas" e de um "golpe de Estado judicial".
O mais grave deles é o "caso 4000", no qual ele enfrenta acusações de suborno, fraude e abuso de poder por ter forçado a aprovação de regulamentos que beneficiaram o acionista majoritário do Bezeq Group, Shaul Elovitch, em troca de uma cobertura favorável do portal Walla.
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