Publicado 25/02/2025 11:19

O Irã descarta qualquer contato direto com os EUA "sob pressão".

Archivo - Arquivo - 09 de dezembro de 2024, Irã, Teerã: O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, participa de uma sessão no parlamento. Foto: -/ZUMA Press Wire/dpa
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MADRID 25 fev. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, advertiu que seu governo não entrará em nenhum tipo de contato direto com a administração dos Estados Unidos enquanto esta mantiver a política de "pressão máxima" promovida por Donald Trump, pois não negociará "sob pressão, ameaças ou sanções".

Um dia depois que o governo dos EUA anunciou um novo conjunto de sanções contra indivíduos e entidades iranianas, Araqchi recebeu seu homólogo russo, Sergei Lavrov, em Teerã, como um exemplo de boa vontade que contrasta com a inimizade predominante com Washington.

"Coordenaremos nossas posições sobre a questão nuclear com nossos amigos Rússia e China", disse o chefe da diplomacia iraniana, que, portanto, arquivou qualquer retomada iminente do diálogo para reviver o acordo de 2015 sobre a indústria atômica do Irã.

A Rússia, no entanto, não está jogando a toalha para renegociar o acordo, e Lavrov disse que estava "convencido" na apresentação conjunta de que a diplomacia continua sendo uma opção, de acordo com agências oficiais. O ministro russo quis deixar claro que, em sua opinião, o rompimento do acordo não foi causado por Teerã, mas pelas potências ocidentais.

Lavrov também enfatizou que Moscou e Teerã continuarão a cooperar em vários fóruns e esferas internacionais, entre outras coisas, porque ambos os países concordam que é "inaceitável" que os países ocidentais imponham sanções econômicas com o objetivo de impor restrições "ilegais".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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