MADRI, 26 fev. (Portaltic/EP) -
A Honor anunciou que sua ferramenta de detecção de deepfake de Inteligência Artificial (IA), que usa análise em tempo real de conteúdo de vídeo e imagem orientada por tecnologia, estará disponível globalmente a partir de abril.
É um recurso que a empresa de tecnologia revelou no Mobile World Congress (MWC) em Xangai em junho e demonstrou na feira de eletrônicos de consumo IFA 2024 em Berlim, Alemanha, em setembro, que analisa inconsistências sutis, muitas vezes invisíveis ao olho humano.
Especificamente, a AI Deepfake Detection, que chegará em abril deste ano, é capaz de detectar imperfeições sintéticas no nível do pixel, artefatos de composição de bordas, continuidade entre quadros e consistência no penteado e nas características faciais.
Ao identificar o conteúdo manipulado, ele emitirá imediatamente um aviso para proteger os usuários contra o risco potencial de 'deepfake', conforme explicou a empresa de tecnologia chinesa em um comunicado à imprensa, onde lembrou que, de acordo com o Entrust Cybersecurity Institute, um ataque desse tipo ocorre a cada cinco minutos.
Na carta, a empresa de tecnologia também apontou que sua função responde à necessidade de abordar os "desafios ocultos" apresentados pelo aumento da IA, entre os quais estão esses vídeos manipulados que são usados para fazer os usuários acreditarem que estão vendo uma determinada pessoa fazendo declarações ou ações irrealistas.
Esse formato é agora um problema global, com apenas 0,1% dos usuários capazes de distinguir com precisão um deepfake de um conteúdo real, de acordo com uma pesquisa recente do provedor de soluções biométricas iProov.
Apesar de 49% das empresas terem experimentado deepfakes de voz e áudio entre novembro de 2023 e novembro de 2024, 61% dos executivos reconheceram que não estabeleceram protocolos para minimizar os riscos para suas empresas, de acordo com dados fornecidos pela Honor.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático