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MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal russo condenou nesta terça-feira um morador da região de Murmansk a treze anos de prisão por "traição" devido a seus supostos vínculos com as autoridades ucranianas e suas tentativas de participar de "operações militares" contra as tropas russas em território ucraniano.
O Serviço Federal de Segurança (FSB) disse em um comunicado que o homem, identificado como Artem Konstantinov, foi condenado a cumprir sua pena em uma "colônia penal de segurança máxima" por suas ações, incluindo o uso do Telegram para entrar em contato com "representantes de uma formação armada ucraniana".
Ele enfatizou que o homem "expressou sua vontade de participar de operações militares no território da Ucrânia contra as Forças Armadas da Rússia", em referência às tropas posicionadas no país como parte da invasão desencadeada em fevereiro de 2022 sob as ordens do presidente russo Vladimir Putin.
O FSB também afirmou que o homem recebeu "uma advertência oficial" das autoridades por essas ações e acrescentou que "apesar das medidas preventivas tomadas (...) foram confirmados os contatos entre Konstantinov e um representante de um serviço de inteligência estrangeiro e seu trabalho para um partido estrangeiro".
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