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MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) -
O líder do Hamas, Mahmoud Mardawi, advertiu no domingo que seu partido não participará de nenhuma negociação com Israel através do canal de mediadores até que as autoridades israelenses cumpram com a libertação do sétimo lote de prisioneiros, dos quais 602 deveriam ter sido libertados no sábado.
Mardaui pediu aos mediadores envolvidos nas negociações que pressionem Israel a cumprir os termos do acordo, de acordo com a agência de notícias palestina Sanad.
O Hamas condenou a decisão de Israel de suspender a libertação com base nas circunstâncias "humilhantes" em que a milícia palestina entregou os reféns ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV). "Essa decisão mostra mais uma vez como a ocupação está violando suas obrigações", disse o Hamas.
A lista de 602 prisioneiros incluía 50 prisioneiros condenados à prisão perpétua, 60 prisioneiros de longa duração, 47 prisioneiros libertados sob o acordo Gilad Shalit que haviam sido presos novamente e 445 prisioneiros que foram presos após o ataque da milícia palestina em 7 de outubro de 2023.
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