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MADRID 22 fev. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) denunciou neste sábado que a não libertação de prisioneiros palestinos correspondentes ao sétimo lote de libertações programado para este dia é uma "violação flagrante" do acordo de cessar-fogo e da libertação de reféns.
"O Hamas respondeu aos esforços dos mediadores para que a troca seja um sucesso, enquanto o criminoso de guerra (Benjamin) Netanyahu continua atrasando e adiando a libertação dos prisioneiros", disse o porta-voz do Hamas, Abdulatif al-Qanu, citado pela agência de notícias palestina Sanad.
O chefe do grupo islâmico palestino pediu aos mediadores e garantidores do acordo que pressionem Israel a "respeitar o acordo de cessar-fogo e cumprir sua parte".
No sábado, 602 prisioneiros palestinos deveriam ser libertados em troca de seis reféns israelenses mantidos como reféns na Faixa de Gaza.
A lista incluía 50 prisioneiros condenados à prisão perpétua, 60 prisioneiros de longa duração, 47 prisioneiros libertados no acordo com Gilad Shalit que haviam sido presos novamente e 445 prisioneiros que foram presos após o ataque da milícia palestina em 7 de outubro de 2023.
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