Europa Press/Contacto/Jamal Awad
MADRID 26 fev. (EUROPA PRESS) -
O Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) denunciou na quarta-feira a morte de outro prisioneiro palestino, Raafat Abou Fanuné, devido aos "abusos" e à "brutalidade" sofridos na prisão em Israel, onde ele estava preso após os ataques em solo israelense em 7 de outubro de 2023.
"A morte de Aabou Fanune e a tortura a que ele foi submetido enquanto estava detido, apesar de estar ferido e com a saúde debilitada, mostra a brutalidade da ocupação no tratamento de nossos prisioneiros, privando-os dos direitos humanos mais básicos", disse o grupo armado palestino em um comunicado.
Ele acusou as autoridades israelenses de perpetrar uma política de "negligência médica contínua", que envolve "a morte de prisioneiros dentro das prisões". "Com esse crime, o número de mártires que morreram nas prisões de ocupação desde o início dessa guerra de extermínio subiu para 60.
"Esse é um número perigoso e sem precedentes, que indica que a ocupação continua com seus abusos e ataques contra os prisioneiros, apesar dos apelos por respeito aos direitos humanos de acordo com a lei internacional", disse ele, antes de alertar sobre o risco representado pela "continuação dessa política criminosa" contra os prisioneiros palestinos.
Ele enfatizou que ainda há "milhares deles" em "condições adversas e sob tortura, passando fome e sem cuidados médicos". "Qualquer um pode se tornar uma vítima, por isso pedimos ao mundo livre que exerça pressão para levar a ocupação à justiça por seus crimes", disse ele.
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