Publicado 25/02/2025 23:23

EUA ampliam restries de visto para cubanos ligados ao programa de trabalhadores estrangeiros

Bandeiras cubanas em um tributo a Camilo Cienfuegos em Havana.
PRESIDENCIA DE CUBA

O presidente de Cuba pede a Rubio que explique "até que ponto o ataque aos servios médicos é um crédito para seu país".

MADRID, 26 fev. (EUROPA PRESS) -

O governo dos Estados Unidos anunciou na tera-feira a extenso das restries de visto para funcionários cubanos que supostamente esto ligados ao programa de trabalhadores estrangeiros, especialmente para misses médicas, por considerá-los "trabalho forado".

O secretário do Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio, explicou que "esta política ampliada se aplica a funcionários atuais ou antigos do governo cubano e a outros indivíduos, incluindo funcionários de governos estrangeiros, que se presume serem responsáveis ou estarem envolvidos no programa de exportao de trabalhadores cubanos".

"Cuba continua a lucrar com o trabalho forado de seus trabalhadores e as práticas trabalhistas abusivas e coercitivas do regime esto bem documentadas. Os programas de exportao de mo de obra de Cuba, que incluem misses médicas, enriquecem o regime cubano e, no caso das misses médicas de Cuba no exterior, privam os cidados cubanos comuns de cuidados médicos desesperadamente necessários em seu próprio país", diz a declarao.

Rubio garantiu que "os Estados Unidos esto determinados a combater a prática do trabalho forado em todo o mundo". "Para isso, devemos pressionar pela responsabilizao no apenas dos funcionários cubanos responsáveis por essas políticas, mas também daqueles que so cúmplices da explorao e do trabalho forado dos trabalhadores cubanos", acrescentou.

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel pediu ao gabinete de Rubio que "explique aos americanos e comunidade internacional até que ponto o ataque aos servios médicos cubanos, dos quais depende a saúde de milhes de pessoas em dezenas de países", engrandece seu país.

Antes do presidente, o ministro das Relaes Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, reagiu medida, denunciando que ela "visa a afetar os servios de saúde de milhes (de pessoas) em Cuba e no mundo, para beneficiar grupos de interesses especiais para os quais Rubio garante o desperdício de fundos do contribuinte norte-americano".

"Marco Rubio mais uma vez coloca sua agenda pessoal frente dos interesses dos Estados Unidos", lamentou o chefe da diplomacia cubana, que considerou que essa deciso é "baseada em falsidades e coero" e que "representa a sétima medida de agresso injustificada" contra os cubanos "em um ms".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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