Espanha reage com futuro na última etapa do Eurobasket
A equipe de Scariolo, já classificada, venceu a Bélgica em León, encontrando defesa e precisão após um primeiro tempo ruim.
MADRID, 23 fev. (EUROPA PRESS) -
A seleção espanhola masculina de basquete venceu a Bélgica (59-52) no domingo, em León, para encerrar com uma boa recuperação em seu caminho para o Eurobasket do próximo verão, deixando para trás a derrota de quinta-feira contra a Letônia com orgulho e capacidade de reação.
A equipe de Sergio Scariolo, com a lição de casa feita em um grupo C com quatro equipes e três ingressos para dividir, fez um bom segundo tempo do ponto de vista defensivo. A Espanha se adaptou ao nível físico e a alguns árbitros permissivos que acabaram perturbando o técnico italiano e selou uma vitória merecida com muitas baixas. A Bélgica, que se classificou na quinta-feira, também foi escalada, embora por diversão.
Os atuais campeões europeus passaram por outro difícil teste de maturidade no Palacio de los Deportes de León. A jovem equipe de Scariolo teve dificuldades no primeiro tempo para ver a cesta adversária e, embora a Bélgica não tenha se saído muito melhor, confiando nos arremessos de três pontos com 3/20, as sensações não foram nada boas com 22-25 no intervalo.
Xabi López-Arostegui e Izan Almansa deram alguma regularidade ao ataque espanhol no segundo quarto, mas o resto dos minutos foi uma luta para pontuar, com uma taxa de sucesso de 25% nos gols de campo. Sete cestas em dois quartos foi o resumo de uma Espanha que, depois de um primeiro quarto lento (11-11), pelo menos tentou atacar.
Os árbitros permitiram bastante contato e a equipe de Scariolo foi corajosa em busca da cesta, forçando faltas e lances livres. No entanto, embora parecesse difícil, o sucesso diminuiu e foram os anfitriões que ficaram atrás no placar. Jean-Marc Mwema (21 pontos no final do jogo), Kevin Tumba e os rebotes de Thijs De Ridder foram os destaques dos belgas até então.
A Espanha também cuidou melhor da bola, após sete turnovers como apresentação, e manteve sua progressão no segundo tempo. A equipe de Scariolo cavou trincheiras principalmente na defesa, confiante de que não seria difícil melhorar no ataque. A equipe espanhola igualou o nível físico, que faltou contra a Letônia há três dias, e encontrou soluções no ataque.
A recuperação de bola foi o último grande problema para a equipe de Scariolo, mas os arremessos da Bélgica estagnaram em baixas porcentagens (6/37), com um terceiro quarto de 20 a 15 que deu vantagem aos tetracampeões europeus. Depois de um impossível arremesso de três pontos de Mwema, a possível lesão de Rafa Villar continuou a assustar, Mario Saint-Supery e Hugo Gonzalez aumentaram o um contra um, e a Espanha voltou.
Santi Yusta, Rubén Guerrero, os locais acrescentaram opções ao seu jogo para passar à frente no último quarto (42-40). Ali, a equipe nacional parecia diferente, com o novo ritmo estabelecido para encontrar os primeiros pontos no placar. Joel Parra e Miquel Salvó foram as últimas espadas de Scariolo, que acabou sendo expulso por duas faltas técnicas, embora estivesse feliz com sua equipe.
FICHA TÉCNICA.
--RESULTADO: ESPANHA, 59 - BÉLGICA, 52 (22 a 25, no intervalo).
--EQUIPES.
ESPANHA: Villar (1), López-Arostegui (13), Yusta (4), Parra (7) e Almansa (5) - cinco titulares -; Saint-Supery (5), Vila (2), Guerrero (6), González (9), Martínez (-), Salvó (2), Puerto (5).
BÉLGICA: Buggenhout (-), Schwartz (5), Mwema (21), De Ridder (4) e Tumba (9) - titulares; Ledegen (2), Bolavie (4), Van Vliet (5), Meeusen (2), Buysse (-).
-PLACAR: 11-11, 11-14, 20-15, 17-12.
--LEITORES: Anaya, Horozov e Hekimoglu. Nenhum jogador eliminado.
--PAVILHÃO: Palacio de los Deportes de León.
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