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MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
O enviado especial dos EUA para a Ucrnia, Keith Kellogg, chegou a Kiev na quarta-feira em um momento de máxima tenso diplomática e poucas horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, questionar publicamente o papel de seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelenski.
Trump reconheceu que estava ciente do "desapontamento" da Ucrnia por ter sido deixada de fora da reunio de tera-feira na Arábia Saudita, mas observou que eles "teriam um lugar há trs anos", dando a entender que Kiev deveria ter concordado com as negociaes há muito tempo.
De fato, ele sugeriu que o conflito "nunca deveria ter comeado" e que havia espao para acordos antes que Vladimir Putin, da Rússia, desse a ordem de invaso em fevereiro de 2022.
Ele também enfatizou que "muito tempo se passou" desde as últimas eleies presidenciais da Ucrnia - realizadas em 2019 - e aludiu perda de popularidade de Zelensky, colocando seu índice de apoio "abaixo de 4%".
Nesse contexto, Kellogg chegou a Kiev, onde foi recebido no trem pela embaixadora dos EUA, Bridget A. Brink. Brink. Em suas primeiras declaraes, relatadas pela mídia local, ele se comprometeu a "ouvir" a posio ucraniana e expressou sua compreenso em relao s "garantias de segurana" que Kiev está exigindo.
O general também ressaltou que, se Trump tivesse permanecido na Casa Branca em 2021, "a guerra no teria comeado", e defendeu a posio adotada pelo magnata desde seu retorno ao poder em 20 de janeiro. "Queremos que isso acabe", acrescentou.
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