Publicado 19/02/2025 06:38

Enviado dos EUA chega Ucrnia horas depois das críticas de Trump a Zelenski

15 de fevereiro de 2025, Baviera, Munique: O general Keith Kellogg, enviado especial dos EUA para a Ucrnia, participa de uma reunio durante a 61 Conferncia de Segurana de Munique (MSC) no hotel de conferncias Bayerischer Hof. Foto: Boris Roessler/
Boris Roessler/dpa - Pool/dpa

MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -

O enviado especial dos EUA para a Ucrnia, Keith Kellogg, chegou a Kiev na quarta-feira em um momento de máxima tenso diplomática e poucas horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, questionar publicamente o papel de seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelenski.

Trump reconheceu que estava ciente do "desapontamento" da Ucrnia por ter sido deixada de fora da reunio de tera-feira na Arábia Saudita, mas observou que eles "teriam um lugar há trs anos", dando a entender que Kiev deveria ter concordado com as negociaes há muito tempo.

De fato, ele sugeriu que o conflito "nunca deveria ter comeado" e que havia espao para acordos antes que Vladimir Putin, da Rússia, desse a ordem de invaso em fevereiro de 2022.

Ele também enfatizou que "muito tempo se passou" desde as últimas eleies presidenciais da Ucrnia - realizadas em 2019 - e aludiu perda de popularidade de Zelensky, colocando seu índice de apoio "abaixo de 4%".

Nesse contexto, Kellogg chegou a Kiev, onde foi recebido no trem pela embaixadora dos EUA, Bridget A. Brink. Brink. Em suas primeiras declaraes, relatadas pela mídia local, ele se comprometeu a "ouvir" a posio ucraniana e expressou sua compreenso em relao s "garantias de segurana" que Kiev está exigindo.

O general também ressaltou que, se Trump tivesse permanecido na Casa Branca em 2021, "a guerra no teria comeado", e defendeu a posio adotada pelo magnata desde seu retorno ao poder em 20 de janeiro. "Queremos que isso acabe", acrescentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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