David Zorrakino - Europa Press - Arquivo
BARCELONA 15 fev. (EUROPA PRESS) -
O ministro catalão para a União Europeia e Ação Externa, Jaume Duch, considerou que "é mais fácil" tornar o catalão oficial na UE se o idioma não for politizado, e argumentou que o reconhecimento de um direito lingüístico não deve estar ligado a uma visão de um país, em suas palavras.
Em uma entrevista concedida neste sábado ao jornal 'Diari Ara', que foi divulgada pela Europa Press, ele disse que o status oficial na UE pode ajudar o uso do catalão porque a língua entra automaticamente em programas e instrumentos que facilitam seu aprendizado em outros países e que a vinculam a atividades de natureza mais cultural.
Perguntado se uma reunião entre o presidente da Generalitat, Salvador Illa, e o ex-presidente catalão e presidente da Junts, Carles Puigdemont, seria uma boa notícia, o ministro disse que seria uma boa notícia se isso significasse que a anistia havia sido aplicada a ele.
Ele também disse que existe a possibilidade de abrir novas delegações estrangeiras da Generalitat na atual legislatura, embora tenha esclarecido que o acordo de investidura com a ERC inclui a consolidação das delegações existentes para expandi-las posteriormente e que, por enquanto, o governo está na primeira fase.
DONALD TRUMP
Com relação às primeiras semanas de mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, Duch advertiu que "ele está começando a ter certos tiques imperialistas" e destacou a necessidade de que a relação entre a UE e os americanos continue sendo, textualmente, intensa, positiva, amigável e cooperativa.
"Se, no final, Trump estabelecer uma política de tarifas para complicar as relações comerciais entre os Estados Unidos e a União Europeia, isso logicamente complicará as coisas", disse ele.
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