Publicado 12/02/2025 13:07

Dois homens na Rússia foram condenados a 23 anos de prisão sob a acusação de sabotagem de usinas nucleares

Imagem de arquivo de uma usina de energia em São Petersburgo, Rússia.
Europa Press/Contacto/Artem Priakhin

MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -

Um tribunal russo condenou nesta quarta-feira dois homens a 23 anos de prisão sob a acusação de terem cometido atos de sabotagem contra várias usinas nucleares em São Petersburgo, no noroeste do país, seguindo ordens das autoridades ucranianas, segundo informaram fontes judiciais.

Os dois réus, Alexander Maistuk e Eduard Usatenko, cujas nacionalidades não foram reveladas, foram considerados culpados de fazer parte de um "grupo de sabotagem" que agiu em território russo seguindo diretrizes do exterior.

O judiciário russo, que também os condenou por posse ilegal de dispositivos explosivos, estima que eles tenham realizado mais de 30 atos desse tipo contra as redes de abastecimento das duas usinas nucleares.

"Os réus queriam causar interrupções de energia para suspender as operações nos reatores afetados, com o objetivo final de causar sérios danos econômicos", disse a porta-voz do tribunal, Daria Lebedeva, em uma mensagem no Telegram.

As condenações por espionagem, sabotagem, traição e terrorismo aumentaram significativamente na Rússia desde o início da invasão da Ucrânia, há quase três anos. Muitos desses casos acarretam longas sentenças de prisão, embora os julgamentos sejam, em sua maioria, realizados a portas fechadas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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