Publicado 23/02/2025 10:16

Díaz, sobre a solicitao do mediador para retirar a questo de confiana de Sánchez: "Temos uma legislatura por um tempo".

A segunda vice-presidente e ministra do Trabalho e da Economia Social, Yolanda Díaz ( esquerda), e a ministra da Juventude e da Infncia, Sira Rego ( direita), atendem  mídia durante uma manifestao pela educao pública, em 23 de fevereiro de 2025,
Rafael Bastante - Europa Press

MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) -

A ministra do Trabalho e segunda vice-presidente do Governo, Yolanda Díaz, referiu-se neste domingo ao pedido do mediador internacional entre o PSOE e o Junts para retirar a questo da confiana em Pedro Sánchez e afirmou que há uma legislatura "por um tempo".

"Temos uma legislatura por um tempo, acho que isso é muito importante. Acolhemos todos os debates legítimos em todas as formaes políticas", disse Díaz em referncia ao Junts, que decidirá na segunda-feira se retira ou no o projeto de lei registrado no Congresso para debater a convenincia de o presidente do governo, Pedro Sánchez, passar por uma questo de confiana, seguindo o pedido do mediador, Francisco Galindo.

"O importante é que nosso país está avanando e que no há alternativa", acrescentou Díaz na manifestao de Madri sobre educao pública, solicitada pela imprensa, depois que se soube que o mediador internacional nas reunies entre o PSOE e o Junts pediu ao partido de Carles Puigdemont que considerasse a retirada da questo de confiana no presidente do governo.

"Uma ruptura do espao significaria um retrocesso difícil de superar e desaceleraria esses avanos, que meu papel de verificador me impede de revelar, mas no de saber", disse Francisco Galindo em uma declarao assinada neste sábado de Cartagena (Colmbia) em catalo e espanhol.

Com relao a essas palavras, Díaz "insistiu" que "com diálogo, com negociao, com bom trabalho, o país continuará avanando".

De acordo com o ministro, a alternativa que eles querem delinear "por meio dessa internacional do ódio é precisamente a alternativa de destruir absolutamente tudo", um exemplo que "foi visto recentemente" com o Partido Popular.

"Vimos isso recentemente, um Partido Popular que foi capaz de votar contra 11 milhes e meio de aposentados em nosso país. Um PP que está disposto a fazer qualquer coisa para prejudicar seu país", disse Díaz.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado