Publicado 12/02/2025 06:50

A China rejeita o deslocamento de Gaza, diz que a Faixa de Gaza "é parte integrante do território palestino"

Archivo - Arquivo - O presidente da China, Xi Jinping (arquivo)
Benoit Doppagne/Belga/dpa - Arquivo

MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -

O governo chinês destacou nesta quarta-feira sua oposição a qualquer "deslocamento forçado" da população palestina da Faixa de Gaza, após a proposta nesse sentido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ressaltou que o enclave "é parte integrante do território palestino".

"Nós nos opomos ao deslocamento forçado da população de Gaza", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do gigante asiático, Guo Jiakun, que insistiu que "Gaza pertence aos palestinos e é parte integrante do território palestino".

Ele enfatizou que "a China apoia firmemente os direitos nacionais legítimos do povo palestino e sempre acreditou que 'palestinos governando a Palestina' é um princípio importante que deve ser respeitado na governança pós-conflito em Gaza", de acordo com a mídia chinesa.

Trump propôs que mais de 1,5 milhão de palestinos fossem transferidos à força para o Egito e a Jordânia e chegou a dizer que Washington poderia assumir o controle do enclave, algo rejeitado pela Autoridade Palestina, pelo Hamas e pelos países da região, que chegaram a alertar que isso poderia levar a uma limpeza étnica e optaram por uma solução de dois Estados.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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