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MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês criticou nesta quarta-feira a passagem de dois navios norte-americanos pelo Estreito de Taiwan, em meio às crescentes tensões na região, que se tornaram ainda mais agudas desde que o presidente Donald Trump assumiu o cargo em janeiro.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, disse em uma coletiva de imprensa na quarta-feira que "a China se opõe firmemente" a "qualquer país que desafie ou ameace a soberania e a segurança da China sob o pretexto da liberdade de navegação".
Isso ocorre depois que o porta-voz do Comando Oriental do Exército de Libertação Popular Chinês (PLA), Li Xi, informou em um comunicado que suas forças rastrearam com forças aéreas e navais a passagem pelo estreito do destróier "USS Ralph Johnson" e do navio de reconhecimento "USNS Bowditch".
"As ações dos EUA enviam o sinal errado e aumentam os riscos à segurança", disse o porta-voz, acrescentando que as tropas do Comando Oriental do PLA "permanecem em alerta máximo o tempo todo".
A China considera Taiwan uma província sob sua soberania e afirma que as águas em questão são chinesas e não internacionais, como afirma Taipei. Nos últimos anos, Washington se tornou o principal fornecedor de armas e apoio indispensável de Taiwan diante de um possível ataque chinês.
Trump impôs tarifas de 10% sobre os produtos chineses em 1º de fevereiro. Pequim respondeu impondo 15% sobre carvão e gás liquefeito e 10% sobre petróleo, maquinário agrícola, carros grandes e caminhonetes.
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