Publicado 14/02/2025 08:49

O chefe do Pentágono adverte a Europa que a presença militar dos EUA "não durará para sempre".

BRUXELAS, 13 de fevereiro de 2025 -- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, fala em uma coletiva de imprensa em Bruxelas, Bélgica, em 13 de fevereiro de 2025. O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, descartou na quarta-feira a ades
Europa Press/Contacto/Peng Ziyang

MADRID 14 fev. (EUROPA PRESS) -

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, advertiu os parceiros europeus que a presença militar norte-americana na Europa "não durará para sempre", um aviso que se soma à cascata de declarações dos últimos dias com as quais o governo de Donald Trump busca aumentar a pressão sobre seus aliados da OTAN.

Hegseth deixou claro na sexta-feira na Polônia que os Estados Unidos "estão comprometidos com a OTAN", mas abriu a porta para outras discussões, não necessariamente imediatas. "O que acontecerá em cinco, dez ou 15 anos faz parte de uma discussão mais ampla", disse ele em uma coletiva de imprensa.

O chefe do Pentágono justificou o fato de ser tão "direto" com os parceiros: "Agora é a hora de investir". "Não se pode presumir que a presença dos EUA durará para sempre", acrescentou ele, um dia depois de se reunir com seus colegas da Aliança Atlântica em Bruxelas.

Trump propôs aumentar a meta de gastos com defesa dentro da OTAN para 5% do PIB, e seu secretário de defesa disse na quinta-feira que "o status quo não pode continuar para sempre" dentro do bloco e que a Europa "tem que gastar mais".

"A OTAN precisa gastar mais, precisa investir mais", disse o secretário de Defesa dos EUA, insistindo que, a portas fechadas, tanto o secretário-geral, Mark Rutte, quanto muitos aliados compartilhavam da mesma mensagem.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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