Publicado 27/02/2025 07:34

Caamaño critica o setor de Saúde por "agir sozinho" na negociao do Estatuto da Estrutura

A diretora de Saúde e Infosalus da Europa Press, Cristina Velázquez, e o Ministro Regional da Saúde da Xunta de Galicia, Antonio Gómez Caamaño, durante um Café da Manh Socio-Sanitário da Europa Press, no Hotel Eurostars Madrid Tower, em 27 de fevereiro
Gustavo Valiente - Europa Press

MADRID 27 fev. (EUROPA PRESS) -

O Ministro Regional da Saúde, Antonio Gómez Caamaño, criticou o Ministério da Saúde por sua gesto nas negociaes sobre o Estatuto Marco por "seguir sozinho" apesar do fato de que "todos" concordam que ele precisa ser atualizado, o que levou a numerosas mobilizaes de médicos contra o documento preliminar.

"É uma pena que a questo do estatuto, que todos concordam que precisa ser alterado, tenha se tornado um problema. No se pode agir sozinho nessas questes. Os médicos e enfermeiros no podem ficar sabendo da minuta pelo jornal", disse Caamaño durante um café da manh para a Europa Press.

Ele também considerou que o documento deveria ser acompanhado por um relatório econmico para tornar possível sua implementao real, algo que ainda no foi publicado pelo Departamento de Saúde. "As declaraes de inteno so boas, mas no so suficientes", acrescentou.

Caamaño também minimizou a importncia de um estatuto exclusivo para médicos, embora acredite que o texto deva levar em conta as "singularidades" dos médicos, como um "bacharelado brilhante, um vestibular brilhante, um curso de seis anos, um exame MIR e uma especialidade de quatro ou cinco anos".

Quanto exclusividade dos médicos, um dos pontos mais polmicos do anteprojeto da Saúde, o Ministro Regional enfatizou que "é contra" e que, se for para ser aplicada, o Ministério deve "pagá-los".

Quanto s greves, Caamaño enfatizou que "no gosta" das greves porque elas tm repercusses para os pacientes, embora as "respeite" e "ache que so justas".

(Ampliao a seguir)

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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