MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
Após uma injeção translunar bem-sucedida em 8 de fevereiro, a espaçonave Firefly, equipada pela NASA, deixou a órbita da Terra e iniciou seu trânsito de quatro dias para a órbita lunar.
A missão, denominada Blue Ghost, passará aproximadamente 16 dias na órbita lunar antes de iniciar suas operações de descida. Desde seu lançamento, há mais de três semanas, o Blue Ghost realizou dezenas de testes que geraram 13 gigabytes de dados. As 10 cargas úteis da NASA a bordo estão atualmente em boas condições e prontas para operações na superfície da Lua.
O RadPC (Radiation Tolerant Computer, computador tolerante à radiação), desenvolvido pela Universidade Estadual de Montana, operou com sucesso ao passar pelos cinturões de radiação Van Allen da Terra, fornecendo informações sobre como atenuar os efeitos da radiação nos computadores. Isso ajuda a melhorar nossa compreensão do ambiente de radiação que os futuros astronautas poderão enfrentar nas missões Artemis, informa a NASA.
Durante uma verificação de status em órbita, o Lunar Magnetotelluric Sounder (LMS) da NASA, desenvolvido pelo Southwest Research Institute, detectou com precisão uma mudança nos campos magnéticos. Esse é um sinal positivo de que o LMS será capaz de medir os campos magnéticos e elétricos da Lua, esclarecendo a temperatura do interior da Lua e a composição da superfície lunar.
Também durante uma verificação, as equipes da Firefly e da NASA capturaram dados e uma imagem do interior do contêiner de amostras do Lunar PlanetVac (LPV) da NASA, indicando que a carga útil está operacional antes das operações na superfície da Lua. A carga útil do LPV é uma demonstração de tecnologia projetada para coletar e transferir com eficiência o solo lunar da superfície para outros instrumentos científicos ou contêineres de retorno de amostras sem depender da gravidade.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático