Publicado 21/02/2025 13:38

Autoridades colombianas confirmam o fim do ataque armado da guerrilha do ELN em Chocó

Archivo - Arquivo - Um membro dos guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia em uma imagem de arquivo.
BRASIL DE FATO / FLICKR - Arquivo

MADRID 21 fev. (EUROPA PRESS) -

A governadora de Chocó, Nubia Córdoba, confirmou na sexta-feira o fim da greve armada de três dias declarada pela guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) no departamento, embora tenha advertido que a "crise humanitária" causada pelos combates entre os grupos armados ainda persiste.

Córdoba explicou que, após a última ação da guerrilha, a "crise humanitária" "piorou" em todo o departamento e pediu ao governo central que trabalhe com as autoridades locais para atender às necessidades dos habitantes da região.

Ele também informou que as autoridades e as equipes de emergência farão um acompanhamento nos próximos dias para corrigir os riscos que possam ter surgido durante esses três dias, além de possibilitar a recuperação das estradas bloqueadas e das "condições de mobilidade" o mais rápido possível.

O ELN convocou uma greve armada de 72 horas em resposta ao suposto conluio, já denunciado várias vezes, entre as forças de segurança colombianas e o grupo narco-paramilitar Clan del Golfo. A região também é uma área de operações para os dissidentes das FARC.

O governo colombiano cancelou as negociações com os guerrilheiros após os eventos ocorridos em Catatumbo há um mês, onde a disputa territorial entre o ELN e os dissidentes das FARC deixou cerca de 85.000 pessoas afetadas, a maioria delas deslocadas, embora pelo menos 60 mortes tenham sido confirmadas até o momento.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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