MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -
O Ministro Regional da Saúde de Castilla y León, Alejandro Vázquez, atual vice-presidente do Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde (CISNS) e porta-voz das Regies Autnomas governadas pelo PP, declarou antes da reunio da Comisso de Recursos Humanos do Sistema Nacional de Saúde (SNS), que enfrentará a imposio do Estatuto Marco, pois está em "desacordo absoluto" com a forma como foi proposto e sua perda de poderes em questes "sensíveis", como a gesto de hospitais e pessoal.
Vázquez, que denunciou o fato de essa convocao ter sido feita de acordo com os regulamentos das Regies Autnomas, ressaltou que, embora seu "espírito seja de diálogo", eles no "toleraro" nenhum tipo de imposio em termos do Estatuto Marco. Além disso, ele disse ser "contra o desprezo que o Ministério tem pelas Comunidades Autnomas" e sua falta de "lealdade institucional" desde que a Ministra Mónica García assumiu o Ministério.
"Os senhores esto cientes, desde o início do ano, de que pelo menos duas minutas de um estatuto-quadro foram apresentadas. A ministra tem falado sobre esse estatuto em muitas ocasies na mídia, nas redes sociais e em vídeos automáticos (...) Parece que ela negociou esse estatuto com alguns sindicatos, mas para falar com as comunidades tivemos que trazer os projetos em uma nova convocao para que ela possa nos informar sobre o que é esse estatuto", disse ela mídia minutos antes do início da reunio.
Os CAs 'populares' no se opem renovao do Estatuto, pois esto cientes de que "a sociedade espanhola mudou e as condies dos profissionais mudaram". O problema é que "a reforma foi criada a partir do confronto, da propaganda e de um brinde ao sol sem nenhuma evidncia e sem nenhum rigor técnico na hora de fazer a minuta".
Assim, sua principal preocupao é o mal-estar sentido pelos profissionais, "um bem muito escasso dentro do Sistema Nacional de Saúde". "O ministro teve a virtude de irritar todos os profissionais ao mesmo tempo e isso é realmente muito complicado", alertou Vázquez, que teme que uma greve seja forada nos próximos meses, o que irá "diretamente contra os pacientes e as comunidades".
PERDA DE COMPETNCIA E FALTA DE MEMÓRIA ECONMICA
O Conselheiro Popular expressou sua oposio "absoluta" perda de competncias das Regies Autnomas no projeto de Estatuto Marco; "perda de competncias em questes to sensíveis como o pessoal orgnico, uma ferramenta fundamental quando se trata de administrar nossos hospitais e centros de saúde; ou quando temos que convocar concursos; ou quando e como temos que realizar planos de recursos humanos".
"A vontade da ministra de invadir as competncias das regies autnomas quando ela é incapaz de desenvolver as suas próprias, como por exemplo com o INGESA, que é realmente um desastre na gesto da saúde", lamentou porta do Ministério da Saúde, onde pediu um calendário "claro" para as negociaes.
E, finalmente, denunciou a falta de um relatório econmico, já que "há muitas medidas que tm um alto impacto econmico" e, portanto, as Regies Autnomas do PP se recusam a aceitar um projeto que no inclua um relatório econmico e um plano de financiamento "claro e conciso" sobre quem vai financiar cada novo desenvolvimento e quanto vai custar cada uma das medidas de alto impacto.
"Estamos falando de vários bilhes de euros em todo o Sistema Nacional de Saúde e no sabemos exatamente qual é o impacto econmico ou quem vai financiá-lo", concluiu.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático