Europa Press/Contacto/Ukraine Presidency/Ukrainian
MADRID, 22 fev. (EUROPA PRESS) -
A Alemanha e a Holanda declararam neste sábado seu apoio ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, diante da nova iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de acordar a paz diretamente com seu homólogo russo, Vladimir Putin.
"A Ucrânia deve entrar em qualquer negociação na posição mais forte possível", disse o primeiro-ministro holandês Dick Schoof após uma conversa telefônica com o presidente ucraniano no sábado.
"A Ucrânia pode continuar a contar com nosso apoio militar, financeiro e político. Com a ajuda das sanções europeias, estamos mantendo a pressão sobre a Rússia", acrescentou Schoof, acrescentando que "um cessar-fogo sem a Ucrânia e a Europa na mesa de negociações não é uma opção".
"Para o futuro da Ucrânia e da Europa, a Rússia não deve sair vitoriosa dessa guerra", concluiu ele em sua mensagem, publicada em sua conta na rede social X.
O chefe do exército alemão e inspetor geral da Bundeswehr, general Carsten Breuer, que está visitando a Ucrânia poucos dias antes do terceiro aniversário da invasão russa na Ucrânia, na segunda-feira, também declarou seu apoio.
"A Ucrânia está lutando, lutando por nossa liberdade", disse Breuer em um vídeo postado no Telegram pelo comandante-chefe do exército ucraniano, Olexander Sirski. Depois de um abraço, Sirski agradeceu à Alemanha por seu apoio militar na luta contra os ataques russos.
Breuer foi informado sobre a situação no front, sobre as forças armadas ucranianas e sobre a necessidade adicional de armas, munição, treinamento e equipamentos militares e especiais, disse Sirski.
As conversas, segundo ele, também abordaram questões relacionadas à manutenção e ao reparo da tecnologia militar alemã fornecida à Ucrânia. De acordo com Sirski, foi enfatizada a necessidade de dar continuidade a essa cooperação entre a Ucrânia e a Alemanha.
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